O mundo mudou e só “igrejina” não viu...
Ora, o mundo é “concreto” demais para amar o invisível...
Por isto os hebreus, quando se tornaram judeus, fizeram um Templo e praticamente adoravam mais ao Tempo do que a Deus.
Os cristãos originais resistiram quase 300 anos sem as “concreções” do mundo; depois se entregaram à Constantino e se tornaram uma Religião; e depois um Império; e hoje tem ainda seu Estado Vaticano; e os contrários têm seus impérios próprios...
O Protestantismo rebelou-se contra isto; mas nem tanto... Fez uma Dieta... Tirou os ídolos dos nichos... Diluiu em sua prática de autoridade a força demoníaca da autoridade papal... Porém, não podendo existir em meio a tanto valor abstrato apenas, fez de suas doutrinas as suas “realidades concretas”; fez da Bíblia/Livro/Sagrado seu ídolo contra os ídolos; sem falar que fez do “púlpito” sua “Arca da Aliança; sim, fez o seu “lugar santíssimo” [o templo/igreja]; e criou sua “classe sacerdotal”: os pastores, bispos e autoridades espirituais...
Os Islâmicos também são “monoteístas” de um Deus com terra própria; e mais: um Deus que somente ouve orações feitas a “Ele” com o corpo alinhado ao GPS geográfico de Meca, na Arábia Saudita; e ainda: com hora marcada para as orações [...] cinco vezes ao dia...
Entretanto...
O convite de Jesus é para o nada mesmo...
Sim, é um seguir sem colunas, sem altares de pedra, sem templo pra fora, sem textos sagrados; mas apenas com Cartas Vivas; sim, escritas nos corações...
O mundo, todavia, mudou; e só igrejina não viu!
É claro que teremos o judaísmo, o cristianismo e o islamismo por muito tempo ainda...
Mas serão poderes em decadência!
As novas religiões com apelo na Terra são as que não têm ideologia política e nem autoridades fixas instituídas...
Ou seja: o mundo, na Era Quântica, está cada vez mais preparado para lidar com a fé pura e simples no Espírito; no Deus que é; embora não pareça que assim seja.
Você liga a tevê e percebe que para cada dez séries sendo exibidas no cabo, três ou quatro lidam com o paranormal, com assombrações ou com óvnis...
Ora, as três coisas são equivalentes à expressões como sobrenatural [paranormal], opressão ou possessão demoníaca [assombrações]; ou ainda a designações como Arcanjos, anjos, principados e potestades [óvnis]...
Pelo menos uma vez por semana [...] penso demonstrar no “Papo de Graça” [no www.vemevetv.com.br] que a relação entre tais coisas é total, apenas variando na linguagem; sendo, portanto, uma diferenciação que se estabelece como diferente no dizer; e, sobretudo, em razão do “condicionamento” que a mente cristã ocidental tem em relação ao que seja o sobrenatural, o que sejam os demônios, fantasmas ou espíritos... E pior: com relação aos óvnis poucos discernem que são os velhos e mesmos seres que aí estão desde a antiguidade [vide o livre de Ezequiel]; — uns servindo ao Pai dos espíritos, o Senhor; outros servindo seu egoísmo e narcisismo alienígenas ou angélicos [para o mal]...
Somente quando os paradigmas de nossas interpretações milenares e sedimentadas em nós como fato caem por terra — é que nossa mente se abre para ver como nunca antes a humanidade esteve mais próxima dos poderes e realidades espirituais do que hoje!
Como Jesus predisse estaríamos também diante de coisas espantosas e de grandes sinais do e no céu!
Pois bem, as coisas cada vez mais espantosas nos cercam e cercarão; e os sinais nos e dos céus apenas aumentam e aumentarão diante de nós!
Na Terra angustia, medo, desmaios de pânico; calamidades globais, regionais e locais; guerras, ameaças contínuas e homens com surto de poder mundial; na vida em geral Ele disse que cresceria a frieza e o desamor, e que por tal razão viriam as corrupções, as manipulações, o hedonismo das surubas, a bissexualidade como experimento da angustias e da falta de sentido; e tudo o mais que faz do mundo exatamente o lugar de agonia que ele é dia a dia mais e mais...
Ora, o que me assusta é ver que igrejina continua a não ver...
Sim, o mundo está acabando, mas igrejina pensa que se elegerem muitos evangélicos para os cargos de mando, o mundo mudará; sem ver que dentre as expressões do que seja mundo em decadência, ela, igrejina, quase não tem concorrente...
Deus nos livre de um mundo de “Deus”!
Sim, do “Deus” da igrejina, do judaísmo ou do islamismo...
O mundo estará melhor sem religião alguma do que com a gestão de tais principados e potestades religiosos!
Você pergunta: o que isso afeta a fé no Evangelho de Jesus?
Minha resposta é um simples em Nada!...
Afinal, a dissolvência de tais poderes tira todo engano de poder que alguns discípulos ainda têm [pelo vício do Cristianismo] — e os coloca no lugar sem lugar; em fraqueza e serviço simples e amoroso [...]; que faz igrejina virar Igreja de Deus entre os homens; sim, ainda que sem poder segundo o mundo, mas cheia do poder que abala os poderes visíveis e invisíveis, como foi desde o principio o desejo de Jesus.
O sal há que se dissolver na terra!...
Sim; pois somente com a dissolvência do sal na terra a Luz brilhará no mundo; não de um velador feito por mãos de homens; posto que serão torres invisíveis; sim, feitas de Luz simples [...] que brilhará de aparente lugar algum...
Entretanto, somente os que ficarem livres de toda idolatrias religiosa conseguirão ver o que digo!...
Nele, em Quem sei que falo,
Caio
11 de abril de 2010
Lago Norte
Brasília
DF
domingo, 11 de abril de 2010
domingo, 7 de março de 2010
EXISTE UM INFERNO?
O Inferno na Bíblia
A palavra inferno vem do latim inferii e significa lugar inferior. A idéia de inferno como um lugar de fogo para onde vão almas incorpóreas condenadas não se encontra nas Escrituras, apesar de aplicações que se fazem de textos simbólicos e parábolas.
Também a palavra inferno não faz parte do texto original da Bíblia como acontece com as palavras evangelho, batismo e outras que estão na Palavra de Deus.
A palavra inferno foi colocada nas traduções em português para substituir cinco outras palavras com significado completamente diferente do conceito religioso popular de inferno. Isso ocorreu devido à crença que o tradutor nutria previamente e que o influenciou a colocar a palavra inferno nas traduções que fez.
Algumas Bíblias antigas trazem inferno em I Cor 15:55 mas algumas modernas como a Almeida Atualizada trás “morte”, que é o correto. O mesmo ocorre em Apoc 20:13 onde se lia “a morte e o inferno”, encontra-se agora, “a morte e o além”, mas a palavra lá é hades (grego) e significa “sepultura”.
A doutrina do inferno é de origem grega e romana e as pessoas são induzidas a crer nela pela formação religiosa anterior que receberem além das falhas das traduções que geralmente usam e fortalecem um pensamento anti-bíblico.
As cinco palavras que foram erroneamente traduzidas por “inferno” são:
1. GEENA (hebraico) que é uma forma simplificada da expressão ge (vale) bem (filho) e Hinom (nome da família proprietária da área), ou seja, vale dos filhos de Hinom. Essa palavra se encontra nos evangelhos como em Mateus 5:22, 29 e nada tem a ver com um inferno de fogo eterno. Era um vale onde, no passado, se fazia sacrifícios humanos e se queimavam os corpos de pessoas aos ídolos. O profeta Jeremias profetizou que ali seriam lançados os corpos dos desobedientes e que ali ficariam expostos (Jer. 7:31-34). Nos dias de Jesus o local continuava a ser depósito de animais e lixo em putrefação e os moradores sempre ateavam fogo para consumir os restos ali deixados. Esse lugar Jesus usou para simbolizar o fim trágico que aguarda os desobedientes. Apenas corpos físicos eram consumidos no GEENA por isso que havia bichos nos corpos podres, coisa que almas não têm. Nada a ver com almas num fogo eterno.
2. HADES (grego) usada no NT juntamente com Sheol (hebraico) usada no AT significam “sepultura, lugar dos mortos, morada dos mortos”. Entre outros textos esta palavra (hades) encontra-se em Apoc. 20:13. Aqui o inferno (na verdade a sepultura) é o lugar onde estão os mortos, pois ele mesmo, o inferno=sepultura, é lançado no lago de fogo onde é destruído (Apoc. 20:14) pois a sepultura é o símbolo da morte que Jesus destruiu. Sheol, seu equivalente hebraico, também significa sepultura, sendo equivocadamente traduzida por “inferno”. Em Jó 17:16 declara-se que os mortos ficam no pó e em Isa. 14:9-11 se declara que o inferno (sheol) é um lugar onde os bichos comem os cadáveres. Também nada a ver com lugar de fogo eterno. Aliás, ainda em Apoc. 20:10 se diz que o próprio Diabo somente será lançado no lago de fogo, que se forma quando Jesus volta no Juízo Final, quando Deus derrama fogo do céu. No verso 14 diz que o próprio inferno (sepultura) também é lançado nesse final lago de fogo. Ao final explicaremos sobre o fogo ser “eterno”.
3. TANATO (grego). Esta palavra ocorre em vários lugares, mas é traduzida em I Cor. 15:55 como inferno. Na realidade a falha de tradução foi tão clara que nem os que crêem no inferno tradicional mantiveram o erro, e corrigiram na Almeida Atualizada. Lá diz “onde está ó morte (tanato) a tua vitória onde está ó inferno (tanato=morte) o teu aguilhão?” O verso 54, anterior, diz que a morte (inferno) perde a vitória e o aguilhão porque Jesus nos dá a imortalidade. Também não tem nada a ver com um lugar de fogo onde as pessoas ficam queimando.
4. A quinta e última palavra é TÀRTAROS (lugar de trevas). Esta palavra ocorre na Bíblia apenas uma vez em II Pedro 2:4. O próprio texto declara que os anjos foram expulsos da presença de Deus, ou seja, onde está a verdadeira luz, para o exterior que são as trevas, privados da luz do céu onde moravam e sem ela neles uma vez que pecaram. Conforme diz o texto esse “inferno” também não tem fogo, somente a escuridão da ausência de Deus. Além do mais, em harmonia com Apoc, 20:9,10,14 eles estão aguardando o Juízo Final quando, somente então, serão lançados no Lago de Fogo produzido pelo fogo que desce do Céu e que os destrói juntamente com os que rejeitaram a salvação de Cristo. Esta palavra, a última, também nada tem a ver com o inferno tradicional.
Surge então a pergunta: e o fogo eterno que diz Apoc. 20 se formará depois do milênio com o fogo e enxofre que desce do céu?
A expressão eterno é “aion” (grego) que significa uma duração relativa ao que se refere. Pode estar falando que é eterno sem fim ou que é eterno “enquanto dura” como disse certo poeta. Ou seja, precisamos examinar o contexto para saber se é eterno sem fim ou eterno até que acabe.
Em Apoc. 20:10 diz que serão atormentados pelos séculos dos séculos (“aion ton aion” em grego= para sempre, eternamente conforme algumas traduções). Mas esse “pelos séculos dos séculos é previamente explicado no verso anterior, o v. 9 que diz que o fogo que desceu “do céu os CONSUMIU”, logo, serão atormentados eternamente até que toda a substância seja consumida, e seu resultado, a destruição, será eterna, pois o fumo, ou fumaça que disso resultar estará no espaço “para sempre”, isto é, até que tudo que pode ser queimado, acabe.
Mas, além do significado gramatical de “eterno” e da explicação de Apoc. v. 9, há muitas passagens declarando que o fogo que destrói os maus nos últimos dias é um eterno até que consuma tudo e somente deixe as cinzas. Por exemplo, Judas 6,7 diz de forma clara que os anjos estão em trevas esperando o Juízo (igual diz Pedro como já vimos) em “algemas ETERNAS” (aion) . Ora, as algemas eternas serão tiradas quando chegar o Juízo e a condenação final, e a sentença for decretada., assim, a algema é eterna somente até que se cumpra o objetivo e sejam consumidos.
O verso 7 diz que o “exemplo do fogo eterno” é o da punição que caiu sobre Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas. Qual foi a punição de Sodoma e Gomorra? Estão queimando até hoje? A Bíblia diz que não, veja Gênesis 19:24-29. O apóstolo Pedro declara que Sodoma e Gomorra se tornaram em “cinzas” (II Pedro 2:6) para mostrar o exemplo do que acontecerá aos que vivem impiamente. Portanto, o fogo é eterno até consumir tudo neste planeta e Deus criar aqui um Novo céu e uma Nova Terra. Apoc. 21:1, 5 diz que Deus, então, fará novas todas as coisas.
Deus é amor, como deixaria alguém ficar por milênios, pela eternidade afora, se queimando em dores inimagináveis por pecados de uma vida passageira. Ele não prometeu isso, mas disse que o homem que pecasse, morreria. Se comesse da árvore da Ciência do Bem e do Mal morreria.
Para finalizar a Bíblia diz que TODOS os ímpios se tornarão cinzas no dia do Senhor. (Malaquias 4:1-3) o que concorda plenamente com o dizer de Apoc. 20:9; II Pedro 2:6 entre outras passagens. E o próprio Satanás será consumido, o que concorda com Apoc 20:9. Veja Ezequiel 28:14-19.
Mas, e a parábola do rico e Lázaro? (Lucas 16:19-31). O nome do relato já diz é uma “parábola” onde não se vai para o céu, mas para o simbólico “seio Abraão”, também não se trata de “almas” no fogo mas de corpo físico com dedo, língua e que sente calor e pede água para matar a sede, fisiologia de corpo vivo que está sendo queimado, como ocorrerá no Juízo Final. Também deixa clara, a parábola que o mendigo morto e salvo foi levado “pelos anjos”, o que somente ocorrerá no futuro, na volta de Jesus (Veja I Tessalonicenses 4:13-17 entre outras passagens). E quanto a recompensa dos salvos (como no caso do mendigo da parábola) ou dos Perdidos (representado pelo rico da parábola) a mesma parábola declara que ambas as situações somente ocorrerão quando a chegar a ressurreição, que é a única forma (como vimos na passagem anterior) de se voltar de entre os mortos seja para a vida, seja para a morte eterna. (verso 32 e João 5:28, 29).
Finalmente, o apóstolo Paulo ensina que mesmo os que morreram em Cristo não estão salvos a não ser quando ocorrer a ressurreição. Eles não vão para o céu ou um lugar de tormento ao morrerem. Isso somente ocorrerá com a final destruição dos ímpios na volta de Jesus. Também não vão como almas sem corpo. A Bíblia ensina que se não houver ressurreição “naquele dia”, todos os que morreram em Cristo, mesmo eles, estarão perdidos. Leia I Coríntios 15:16-18.
Em Ezequiel 18:23, 32 Deus declara que não tem prazer na MORTE do ímpio, não se compraz em seu tormento eterno. “Porque não tomo prazer na morte do que morre, diz o Senhor Jeová, convertei-vos, pois e vivei.”
Perder a salvação, sofrer “conforme as suas obras” e receber a morte e o esquecimento eterno é a maior punição que Deus pode dar a alguém. Sadismo é se deleitar na dor prolongada de alguém. Deus não se deleita nem mesmo no ato da morte quanto mais na contemplação eterna de alguém em infinitas agonias. Graças a Deus que sua Palavra nos informa: “não tenho prazer na morte do que morre” mesmo que seja ímpio. A extinção é a pena máxima.
Graças a Deus pois Ele é amor!
A palavra inferno vem do latim inferii e significa lugar inferior. A idéia de inferno como um lugar de fogo para onde vão almas incorpóreas condenadas não se encontra nas Escrituras, apesar de aplicações que se fazem de textos simbólicos e parábolas.
Também a palavra inferno não faz parte do texto original da Bíblia como acontece com as palavras evangelho, batismo e outras que estão na Palavra de Deus.
A palavra inferno foi colocada nas traduções em português para substituir cinco outras palavras com significado completamente diferente do conceito religioso popular de inferno. Isso ocorreu devido à crença que o tradutor nutria previamente e que o influenciou a colocar a palavra inferno nas traduções que fez.
Algumas Bíblias antigas trazem inferno em I Cor 15:55 mas algumas modernas como a Almeida Atualizada trás “morte”, que é o correto. O mesmo ocorre em Apoc 20:13 onde se lia “a morte e o inferno”, encontra-se agora, “a morte e o além”, mas a palavra lá é hades (grego) e significa “sepultura”.
A doutrina do inferno é de origem grega e romana e as pessoas são induzidas a crer nela pela formação religiosa anterior que receberem além das falhas das traduções que geralmente usam e fortalecem um pensamento anti-bíblico.
As cinco palavras que foram erroneamente traduzidas por “inferno” são:
1. GEENA (hebraico) que é uma forma simplificada da expressão ge (vale) bem (filho) e Hinom (nome da família proprietária da área), ou seja, vale dos filhos de Hinom. Essa palavra se encontra nos evangelhos como em Mateus 5:22, 29 e nada tem a ver com um inferno de fogo eterno. Era um vale onde, no passado, se fazia sacrifícios humanos e se queimavam os corpos de pessoas aos ídolos. O profeta Jeremias profetizou que ali seriam lançados os corpos dos desobedientes e que ali ficariam expostos (Jer. 7:31-34). Nos dias de Jesus o local continuava a ser depósito de animais e lixo em putrefação e os moradores sempre ateavam fogo para consumir os restos ali deixados. Esse lugar Jesus usou para simbolizar o fim trágico que aguarda os desobedientes. Apenas corpos físicos eram consumidos no GEENA por isso que havia bichos nos corpos podres, coisa que almas não têm. Nada a ver com almas num fogo eterno.
2. HADES (grego) usada no NT juntamente com Sheol (hebraico) usada no AT significam “sepultura, lugar dos mortos, morada dos mortos”. Entre outros textos esta palavra (hades) encontra-se em Apoc. 20:13. Aqui o inferno (na verdade a sepultura) é o lugar onde estão os mortos, pois ele mesmo, o inferno=sepultura, é lançado no lago de fogo onde é destruído (Apoc. 20:14) pois a sepultura é o símbolo da morte que Jesus destruiu. Sheol, seu equivalente hebraico, também significa sepultura, sendo equivocadamente traduzida por “inferno”. Em Jó 17:16 declara-se que os mortos ficam no pó e em Isa. 14:9-11 se declara que o inferno (sheol) é um lugar onde os bichos comem os cadáveres. Também nada a ver com lugar de fogo eterno. Aliás, ainda em Apoc. 20:10 se diz que o próprio Diabo somente será lançado no lago de fogo, que se forma quando Jesus volta no Juízo Final, quando Deus derrama fogo do céu. No verso 14 diz que o próprio inferno (sepultura) também é lançado nesse final lago de fogo. Ao final explicaremos sobre o fogo ser “eterno”.
3. TANATO (grego). Esta palavra ocorre em vários lugares, mas é traduzida em I Cor. 15:55 como inferno. Na realidade a falha de tradução foi tão clara que nem os que crêem no inferno tradicional mantiveram o erro, e corrigiram na Almeida Atualizada. Lá diz “onde está ó morte (tanato) a tua vitória onde está ó inferno (tanato=morte) o teu aguilhão?” O verso 54, anterior, diz que a morte (inferno) perde a vitória e o aguilhão porque Jesus nos dá a imortalidade. Também não tem nada a ver com um lugar de fogo onde as pessoas ficam queimando.
4. A quinta e última palavra é TÀRTAROS (lugar de trevas). Esta palavra ocorre na Bíblia apenas uma vez em II Pedro 2:4. O próprio texto declara que os anjos foram expulsos da presença de Deus, ou seja, onde está a verdadeira luz, para o exterior que são as trevas, privados da luz do céu onde moravam e sem ela neles uma vez que pecaram. Conforme diz o texto esse “inferno” também não tem fogo, somente a escuridão da ausência de Deus. Além do mais, em harmonia com Apoc, 20:9,10,14 eles estão aguardando o Juízo Final quando, somente então, serão lançados no Lago de Fogo produzido pelo fogo que desce do Céu e que os destrói juntamente com os que rejeitaram a salvação de Cristo. Esta palavra, a última, também nada tem a ver com o inferno tradicional.
Surge então a pergunta: e o fogo eterno que diz Apoc. 20 se formará depois do milênio com o fogo e enxofre que desce do céu?
A expressão eterno é “aion” (grego) que significa uma duração relativa ao que se refere. Pode estar falando que é eterno sem fim ou que é eterno “enquanto dura” como disse certo poeta. Ou seja, precisamos examinar o contexto para saber se é eterno sem fim ou eterno até que acabe.
Em Apoc. 20:10 diz que serão atormentados pelos séculos dos séculos (“aion ton aion” em grego= para sempre, eternamente conforme algumas traduções). Mas esse “pelos séculos dos séculos é previamente explicado no verso anterior, o v. 9 que diz que o fogo que desceu “do céu os CONSUMIU”, logo, serão atormentados eternamente até que toda a substância seja consumida, e seu resultado, a destruição, será eterna, pois o fumo, ou fumaça que disso resultar estará no espaço “para sempre”, isto é, até que tudo que pode ser queimado, acabe.
Mas, além do significado gramatical de “eterno” e da explicação de Apoc. v. 9, há muitas passagens declarando que o fogo que destrói os maus nos últimos dias é um eterno até que consuma tudo e somente deixe as cinzas. Por exemplo, Judas 6,7 diz de forma clara que os anjos estão em trevas esperando o Juízo (igual diz Pedro como já vimos) em “algemas ETERNAS” (aion) . Ora, as algemas eternas serão tiradas quando chegar o Juízo e a condenação final, e a sentença for decretada., assim, a algema é eterna somente até que se cumpra o objetivo e sejam consumidos.
O verso 7 diz que o “exemplo do fogo eterno” é o da punição que caiu sobre Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas. Qual foi a punição de Sodoma e Gomorra? Estão queimando até hoje? A Bíblia diz que não, veja Gênesis 19:24-29. O apóstolo Pedro declara que Sodoma e Gomorra se tornaram em “cinzas” (II Pedro 2:6) para mostrar o exemplo do que acontecerá aos que vivem impiamente. Portanto, o fogo é eterno até consumir tudo neste planeta e Deus criar aqui um Novo céu e uma Nova Terra. Apoc. 21:1, 5 diz que Deus, então, fará novas todas as coisas.
Deus é amor, como deixaria alguém ficar por milênios, pela eternidade afora, se queimando em dores inimagináveis por pecados de uma vida passageira. Ele não prometeu isso, mas disse que o homem que pecasse, morreria. Se comesse da árvore da Ciência do Bem e do Mal morreria.
Para finalizar a Bíblia diz que TODOS os ímpios se tornarão cinzas no dia do Senhor. (Malaquias 4:1-3) o que concorda plenamente com o dizer de Apoc. 20:9; II Pedro 2:6 entre outras passagens. E o próprio Satanás será consumido, o que concorda com Apoc 20:9. Veja Ezequiel 28:14-19.
Mas, e a parábola do rico e Lázaro? (Lucas 16:19-31). O nome do relato já diz é uma “parábola” onde não se vai para o céu, mas para o simbólico “seio Abraão”, também não se trata de “almas” no fogo mas de corpo físico com dedo, língua e que sente calor e pede água para matar a sede, fisiologia de corpo vivo que está sendo queimado, como ocorrerá no Juízo Final. Também deixa clara, a parábola que o mendigo morto e salvo foi levado “pelos anjos”, o que somente ocorrerá no futuro, na volta de Jesus (Veja I Tessalonicenses 4:13-17 entre outras passagens). E quanto a recompensa dos salvos (como no caso do mendigo da parábola) ou dos Perdidos (representado pelo rico da parábola) a mesma parábola declara que ambas as situações somente ocorrerão quando a chegar a ressurreição, que é a única forma (como vimos na passagem anterior) de se voltar de entre os mortos seja para a vida, seja para a morte eterna. (verso 32 e João 5:28, 29).
Finalmente, o apóstolo Paulo ensina que mesmo os que morreram em Cristo não estão salvos a não ser quando ocorrer a ressurreição. Eles não vão para o céu ou um lugar de tormento ao morrerem. Isso somente ocorrerá com a final destruição dos ímpios na volta de Jesus. Também não vão como almas sem corpo. A Bíblia ensina que se não houver ressurreição “naquele dia”, todos os que morreram em Cristo, mesmo eles, estarão perdidos. Leia I Coríntios 15:16-18.
Em Ezequiel 18:23, 32 Deus declara que não tem prazer na MORTE do ímpio, não se compraz em seu tormento eterno. “Porque não tomo prazer na morte do que morre, diz o Senhor Jeová, convertei-vos, pois e vivei.”
Perder a salvação, sofrer “conforme as suas obras” e receber a morte e o esquecimento eterno é a maior punição que Deus pode dar a alguém. Sadismo é se deleitar na dor prolongada de alguém. Deus não se deleita nem mesmo no ato da morte quanto mais na contemplação eterna de alguém em infinitas agonias. Graças a Deus que sua Palavra nos informa: “não tenho prazer na morte do que morre” mesmo que seja ímpio. A extinção é a pena máxima.
Graças a Deus pois Ele é amor!
quarta-feira, 3 de março de 2010
A BUSCA CONTINUA
.... A BUSCA CONTINUA
A BUSCA DA VERDADE ME LEVA, NÃO POUCAS VEZES, A CAMINHOS BASTANTE INTERESSANTES.
VEJA ISSO: MEUS PENSAMENTOS ME LEVARAM A VER QUE, ANTES DE ACREDITAR EM DEUS, FUI LEVADO A ACREDITAR NA BIBLIA, COMO A PALAVRA INEFÁVEL DE DEUS, OU SEJA, A VERDADE INFALÍVEL DE DEUS E SOBRE DEUS.
MAS, SERÁ MESMO A PALAVRA DE DEUS? SERÁ UMA HISTÓRIA SOBRE DEUS? SERÁ UMA REVELAÇÃO DE DEUS OU SOBRE DEUS? DITADA POR DEUS? ESCRITA POR HOMENS DE DEUS?
PESQUISEI BASTANTE SOBRE O NOVO TESTAMENTO, SUAS SUTILEZAS, SUA ESCRITA, SEUS ESCRITORES E SUA HISTÓRIA. NÃO A HISTORIA SOBRE OS PERSONAGENS QUE APARECEM NOS LIVROS, MAS SOBRE OS LIVROS. QUEM OS DITOU QUEM OS ESCREVEU, QUEM OS COPIOU, QUAIS OS INTERESSES POR TRÁS DE CADA TÓPICO, CADA ALTERAÇÃO (E CREIA, FORAM MUITAS, MAS MUITAS MESMO! MILHARES), QUAL ÉPOCA, QUAIS OS ERROS DOS COPISTAS ETC.
MUITAS DAS PALAVRAS QUE SÃO ATRIBUIDAS A JESUS FORAM TÃO ALTERADAS QUE PERDERAM O SIGNIFICADO ORIGINAL DA PRIMEIRA ESCRITA (NOTE QUE NÃO ESTOU DIZENDO QUE FOI JESUS QUE DISSE, MAS QUE LHE FORAM ATRIBUIDAS). PASSAGENS QUE NÃO FORAM DITAS APARECEM EM EDIÇÕES 1.000 ANOS DEPOIS. LIVROS COLOCADOS AO BEL PRAZER DE MONARCAS E PAPAS; LIVROS RETIRADOS SIMPLESMENTE POR CITAREM PALAVRAS CONSIDERADAS ABSURDAS OU POR NÃO SATISFAZEREM A MENTE E O CORAÇÃO DE PODEROSOS.
ATÉ O NÚMERO DOS EVANGELHOS (4) FOI PORQUE ALGUÉM “DESCOBRIU QUE O VENTO SOPRA PRA 4 LADOS”, LOGO, OS EVANGELHOS DEVERIAM SER 4 (NA OCASIÃO HAVIA MAIS DE CINQUENTA “EVANGELHOS”, TODOS CONSIDERADOS APÓCRIFOS AGORA).
LINDAS PASSAGENS QUE ACREDITAMOS CRIADAS E CITADAS POR JESUS NÃO PASSAM DE POEMAS CONHECIDOS NA ÉPOCA (NÃO DESMERECENDO SEU CONTEUDO E BELEZA). PASSAGNES QUE NÃO SE ENCONTRAM NOS MELHORES TEXTOS (OS “MELHORES TEXTOS” SÃO AQUELES CONSIDERADOS “MENOS ADULTERADOS”. E OS “MENOS ADULTERADOS” TÊM MAIS DE 1.300 ADULTERAÇÕES).
ENFIM, PODERIA EXPOR MILHARES DE PASSAENS CONFLITUOSAS AQUI, MAS NÃO É ESSA A RAZÃO DESSE TEXTO.
O MOTIVO É: POR QUE SOU LEVADO A CRER PRIMEIRO NA BIBLIA? POR QUE SOU LEVADO A CRER QUE ELA É A INFALIVEL PALAVRA DE DEUS?
SE FOR ASSIM, POR QUE OS ORIGINAIS DA “PALAVRA DE DEUS” NUNCA CHEGOU EM MINHAS MÃOS NEM EM MEUS OUVIDOS?
DIRÁ O INSENSATO: ESSE AÍ PERDEU A FÉ. POIS É... É MAIS FÁCIL CRER EM TUDO QUE SE DIZ E PREGAM DO QUE PENSAR E PROCURAR A PROPRIA VERDADE NÉ?
SOU LEVADO A CRER NA BIBLIA INTEGRALAMENTE, SEM CHANCES DE DUVIDAR, SOU OBRIGADO A CRER NA HISTORINHA DA CRIAÇÃO; A CRER QUE O HOMEM SÓ TEM UM POUCO MAIS DE 6 MIL ANOS NA FACE DA TERRA; QUE A MULHER FOI FEITA DA COSTELA DE ADÃO; QUE SÓ HAVIA OS FILHOS DE ADÃO NO INICIO; QUE SOMOS FILHOS DE INCESTO; QUE NÃO EXISTIU DINOSSAUROS; QUE HOMENS DAS CAVERNAS É INVENÇÃO DE HITLER; QUE NÃO EXISTIU O HOLOCAUSTO; ... POIS É.
E AINDA QUEREMOS CONVERTER O MUNDO PRA UMA MALUQUICE DESSA.
NÃO CREIO NESSE DEUS PREGADO POR ESSES MASOQUISTAS, NÃO CREIO NESSE DEUS PUNIDOR, NÃO CREIO NESSE DEUS INFANTICIDA; NÃO CREIO NESSE DEUS SEM AMOR.
MAS...
POSSO CRER EM JESUS. POSSO CRER EM DEUS.
INDEPENDENTEMENTE DAS MALUQUICES, EU CREIO EM DEUS.
NÃO CREIO PORQUE TENHO MEDO DE ELE EXISTIR (E EXISTINDO, ESTOU FERRADO!) CREIO PORQUE OUTROS FATORES INFLUENCIAM MINHA FÉ.
CREIO QUANDO RECEBO UM ABRAÇO DE MINHAS FILHAS, QUANDO VEJO MEU NETO, QUANDO VEJO UM SORRIDO DELE ME ABRAÇANDO, QUANDO MINHA MULHER DIZ QUE ME AMA E SEUS OLHOS BRILHAM, CREIO QUANDO ACHO IMPOSSIVEL QUE, SE UM MACACO FICASSE 10.000 ANOS NA FRENTE DE UMA TELA DE COMPUTADOR, NÃO SERIA CAPAZ DE ESCREVER UMA ENCICLOPÉDIA BRITTANICA.
CREIO PORQUE VEJO A PERFEIÇÃO DAS COISAS CRIADAS; CREIO PORQUE HÁ MAIS DETALHES NUM GRÃO DE NEVE DO QUE NUMA PLACA-MÃE. CREIO PORQUE HÁ MAIS BELEZA NUM PINGO DE CHUVA CAINDO NUM LADO CALMO E SERENO DO QUE NUM DISCURSO DO GOVERNADOR.
CREIO PORQUE A VIDA ASSIM SE ME APRESENTA, SEM MASCARA, SEM RETOQUE, SEM VERDADES OCULTAS OU MEIA-VERDADE GRITADA.
CREIO EM DEUS!
A BUSCA DA VERDADE ME LEVA, NÃO POUCAS VEZES, A CAMINHOS BASTANTE INTERESSANTES.
VEJA ISSO: MEUS PENSAMENTOS ME LEVARAM A VER QUE, ANTES DE ACREDITAR EM DEUS, FUI LEVADO A ACREDITAR NA BIBLIA, COMO A PALAVRA INEFÁVEL DE DEUS, OU SEJA, A VERDADE INFALÍVEL DE DEUS E SOBRE DEUS.
MAS, SERÁ MESMO A PALAVRA DE DEUS? SERÁ UMA HISTÓRIA SOBRE DEUS? SERÁ UMA REVELAÇÃO DE DEUS OU SOBRE DEUS? DITADA POR DEUS? ESCRITA POR HOMENS DE DEUS?
PESQUISEI BASTANTE SOBRE O NOVO TESTAMENTO, SUAS SUTILEZAS, SUA ESCRITA, SEUS ESCRITORES E SUA HISTÓRIA. NÃO A HISTORIA SOBRE OS PERSONAGENS QUE APARECEM NOS LIVROS, MAS SOBRE OS LIVROS. QUEM OS DITOU QUEM OS ESCREVEU, QUEM OS COPIOU, QUAIS OS INTERESSES POR TRÁS DE CADA TÓPICO, CADA ALTERAÇÃO (E CREIA, FORAM MUITAS, MAS MUITAS MESMO! MILHARES), QUAL ÉPOCA, QUAIS OS ERROS DOS COPISTAS ETC.
MUITAS DAS PALAVRAS QUE SÃO ATRIBUIDAS A JESUS FORAM TÃO ALTERADAS QUE PERDERAM O SIGNIFICADO ORIGINAL DA PRIMEIRA ESCRITA (NOTE QUE NÃO ESTOU DIZENDO QUE FOI JESUS QUE DISSE, MAS QUE LHE FORAM ATRIBUIDAS). PASSAGENS QUE NÃO FORAM DITAS APARECEM EM EDIÇÕES 1.000 ANOS DEPOIS. LIVROS COLOCADOS AO BEL PRAZER DE MONARCAS E PAPAS; LIVROS RETIRADOS SIMPLESMENTE POR CITAREM PALAVRAS CONSIDERADAS ABSURDAS OU POR NÃO SATISFAZEREM A MENTE E O CORAÇÃO DE PODEROSOS.
ATÉ O NÚMERO DOS EVANGELHOS (4) FOI PORQUE ALGUÉM “DESCOBRIU QUE O VENTO SOPRA PRA 4 LADOS”, LOGO, OS EVANGELHOS DEVERIAM SER 4 (NA OCASIÃO HAVIA MAIS DE CINQUENTA “EVANGELHOS”, TODOS CONSIDERADOS APÓCRIFOS AGORA).
LINDAS PASSAGENS QUE ACREDITAMOS CRIADAS E CITADAS POR JESUS NÃO PASSAM DE POEMAS CONHECIDOS NA ÉPOCA (NÃO DESMERECENDO SEU CONTEUDO E BELEZA). PASSAGNES QUE NÃO SE ENCONTRAM NOS MELHORES TEXTOS (OS “MELHORES TEXTOS” SÃO AQUELES CONSIDERADOS “MENOS ADULTERADOS”. E OS “MENOS ADULTERADOS” TÊM MAIS DE 1.300 ADULTERAÇÕES).
ENFIM, PODERIA EXPOR MILHARES DE PASSAENS CONFLITUOSAS AQUI, MAS NÃO É ESSA A RAZÃO DESSE TEXTO.
O MOTIVO É: POR QUE SOU LEVADO A CRER PRIMEIRO NA BIBLIA? POR QUE SOU LEVADO A CRER QUE ELA É A INFALIVEL PALAVRA DE DEUS?
SE FOR ASSIM, POR QUE OS ORIGINAIS DA “PALAVRA DE DEUS” NUNCA CHEGOU EM MINHAS MÃOS NEM EM MEUS OUVIDOS?
DIRÁ O INSENSATO: ESSE AÍ PERDEU A FÉ. POIS É... É MAIS FÁCIL CRER EM TUDO QUE SE DIZ E PREGAM DO QUE PENSAR E PROCURAR A PROPRIA VERDADE NÉ?
SOU LEVADO A CRER NA BIBLIA INTEGRALAMENTE, SEM CHANCES DE DUVIDAR, SOU OBRIGADO A CRER NA HISTORINHA DA CRIAÇÃO; A CRER QUE O HOMEM SÓ TEM UM POUCO MAIS DE 6 MIL ANOS NA FACE DA TERRA; QUE A MULHER FOI FEITA DA COSTELA DE ADÃO; QUE SÓ HAVIA OS FILHOS DE ADÃO NO INICIO; QUE SOMOS FILHOS DE INCESTO; QUE NÃO EXISTIU DINOSSAUROS; QUE HOMENS DAS CAVERNAS É INVENÇÃO DE HITLER; QUE NÃO EXISTIU O HOLOCAUSTO; ... POIS É.
E AINDA QUEREMOS CONVERTER O MUNDO PRA UMA MALUQUICE DESSA.
NÃO CREIO NESSE DEUS PREGADO POR ESSES MASOQUISTAS, NÃO CREIO NESSE DEUS PUNIDOR, NÃO CREIO NESSE DEUS INFANTICIDA; NÃO CREIO NESSE DEUS SEM AMOR.
MAS...
POSSO CRER EM JESUS. POSSO CRER EM DEUS.
INDEPENDENTEMENTE DAS MALUQUICES, EU CREIO EM DEUS.
NÃO CREIO PORQUE TENHO MEDO DE ELE EXISTIR (E EXISTINDO, ESTOU FERRADO!) CREIO PORQUE OUTROS FATORES INFLUENCIAM MINHA FÉ.
CREIO QUANDO RECEBO UM ABRAÇO DE MINHAS FILHAS, QUANDO VEJO MEU NETO, QUANDO VEJO UM SORRIDO DELE ME ABRAÇANDO, QUANDO MINHA MULHER DIZ QUE ME AMA E SEUS OLHOS BRILHAM, CREIO QUANDO ACHO IMPOSSIVEL QUE, SE UM MACACO FICASSE 10.000 ANOS NA FRENTE DE UMA TELA DE COMPUTADOR, NÃO SERIA CAPAZ DE ESCREVER UMA ENCICLOPÉDIA BRITTANICA.
CREIO PORQUE VEJO A PERFEIÇÃO DAS COISAS CRIADAS; CREIO PORQUE HÁ MAIS DETALHES NUM GRÃO DE NEVE DO QUE NUMA PLACA-MÃE. CREIO PORQUE HÁ MAIS BELEZA NUM PINGO DE CHUVA CAINDO NUM LADO CALMO E SERENO DO QUE NUM DISCURSO DO GOVERNADOR.
CREIO PORQUE A VIDA ASSIM SE ME APRESENTA, SEM MASCARA, SEM RETOQUE, SEM VERDADES OCULTAS OU MEIA-VERDADE GRITADA.
CREIO EM DEUS!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
sábado, 12 de dezembro de 2009
Meu Pai, agricultor.
Eu estava tentando ficar quieto, dando sossego ao meu corpo e mente, e, sobretudo ao meu espírito [...]; e fazia isto assentado num desses bancos de madeira [...], comuns em praça velha, coberto por uma “capela” de bambuzinhos que se derramam sobre o banco cansado de guerra, mas que me dá o maior aconchego [...].
Ora, dali [...] olhando o resto do quintal/jardim/casa/destelhada... [nosso quintal: onde se tem tudo de uma casa, mas ao ar livre...], com os três laguinhos que aqui fiz para minha diversão e prazer [lazer de alguns lindos sábados]; e olhando mais um monte de outras coisinhas [...], como uma casa/cacimba/amazônica, toda de madeira, com cara de velha [...]; ou um batistério de arquitetura com o estilo dos Essênios, conforme se vê em Qunram, no Mar Morto [...]; tudo feito por nós mesmos, usando material velho jogado fora aqui nas ruas do Lago Norte...
Amo ficar ao ar livre o dia todo, em nosso quintal/casa...
Além de tudo isso ainda há a impressão que causa a enorme quantidade de plantas e árvores [maiores e menores de tipo e naturezas bem distintas] — o que atrai uma passarada maravilhosa; de nobres “alma de gatos”, “bem-te-vis”, “sabiás laranjeiras” [...] a uma grande quantidade de outros mais de 15 tipos [...], sem falar nos periquitos, que nesta época abundam [...].
Portanto, enquanto via tudo isto [...] e ouvia o ruído meigo da maquina com a qual o Jove estava cortando a grama, com o subseqüente aroma que sobe de mato cortado à espera do rastelo [...], dei-me conta de que as nossas videiras estão lindas, cheias, carregadinhas de pequenos cachos; e produzindo uma bela sombra sob suas galhadas e ramagens [...] trepadas sobre a estrutura que as ampara...
Logo outra vez Aquela Voz...
“Eu sou a Videira Verdadeira e meu é o Agricultor; todo ramo que estando em mim não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda”.
Então lembrei como de todas as árvores que já cuidei na vida, nenhuma dá e demanda mais cuidado e carinho que a videira...
Para se amar uma videira tem-se que ter um amor que ama sem pena; com amor mesmo; visando a vida; e nunca a aparência...
Sim, pois pelo menos duas vezes ao ano, por vezes até três..., você tem que amar a videira, no auge de sua folhagem, tendo a coragem de podá-la toda, tirando ramo a ramo, folha a folha, deixando apenas os ramos que frutificam; e cortando os que não dão fruto..., mas que ainda assim existem na videira...
Os que dão fruto ficam na videira...
Os que não dão fruto o Jove joga num circulo de pedras que temos justamente para fazer fogueira e queimar galhos velhos no inverno...
O Agricultor, porém, tem que amar com amor mesmo; e não com mágicas amorosas...
Se Ele ama a Videira Ele tem que limpa-la, cortar pedaços dela; ou seja: o Agricultor tem que nela exercer a poda... Sempre... Todos os anos... Mais de uma vez cada ano...
O Agricultor também limpa em volta da videira... Cava o solo... Afofa o chão... E aduba ao redor, mas não tão próximo ao pé da Videira, que é para não alterar a qualidade harmônica e orgânica da terra... Assim, o Agricultor não põe o reforço no pé da Videira, mas no chão da terra [...] mais distante um pouco... Assim, o Agricultor põe o adubo de modo a que a Videira ponha suas raízes mais distantes [...] e sugue seus melhores nutrientes sem traumas para o caule...
Dói amar a videira quando é o tempo da poda [...]. Mas quem não a poda não a ama [...].
Vendo o Agricultor amar a Videira aprende-se que o amor tudo sofre, tudo espera e tudo suporta; e que o amor jamais acaba...
O Agricultor não pode amar com romance a Videira, buscando apenas os Seus próprios interesses e prazeres carinhosos... Não!... Ele faz o que tem de ser feito para que a Videira dê mais fruto ainda...
A relação do Agricultor com a Videira/Jesus/Discípulos/Humanidade [...] segue a lógica do amor que vejo no meu amor pelas minhas videirinhas; o que me põe no caminho do amor que corta, poda e limpa... — que é o Caminho do Deus Agricultor com o Cristo/Igreja/Humanidade...
Nunca nos esqueçamos que se na Parábola do Joio no Campo de Trigo, o campo é o mundo... — então, não se deveria pensar que o ambiente no qual a Videira esteja plantada seja outro além do chão do mundo; o que faz com que a Videira seja [...] numa relação intima e consciente [...] aquela que se confessa no vínculo Jesus/Discípulo/Humanidade; e na relação mais ampla, segundo a Ordem de Melquizedeque, a Videira é Cristo/Igreja/Humanidade...
Assim, tanto na perspectiva existencial quanto na coletiva, tem-se que Jesus/Cristo, como Videira, une Seu destino ao destino de Seus ramos; e se submete ao Pai no trato Dele para com todos os ramos, sejam eles os que conhecem a Jesus pelo nome, sejam aqueles que estão incluídos no Cristo/Videira, ainda que nunca tenham ouvido o nome Jesus com os ouvidos carnais...
Assim, vejo não somente a vida pessoal ou a existência comunitária que professa a fé com consciência de Jesus como sendo os únicos ramos da Videira, mas também toda a Humanidade/Ramo/Igreja, segundo a Ordem de Melquizedeque.
Desse modo, em meu olhar, cada acontecimento humano, seja individual ou coletivo ou até global, está carregado do amor do Agricultor que corta, limpa, poda e queima...
No Apocalipse se vê que o Cordeiro [a categoria redentora da descrição do Filho mais ampla existente nas Escrituras...] como sendo Aquele que vindima a Terra... Aliás, a linguagem do Apocalipse está carregada da idéia do trato do Agricultor em relação à Humanidade... Todas as etapas da relação do Agricultor com a Videira estão descritos no Apocalipse; a semeadura, a vindima, a poda, o lagar, o vinho... — porém, em associação à Humanidade...
Estamos nos aproximando de uma dessas Eras de Poda que o Agricultor exerce de tempo em tempo; e com mais aparência de gravidade tanto mais quanto do Fim nos aproximemos...
No tempo do Amor que Poda a única garantia para o ramo terá sido e é a sua permanência intrínseca e intima da Videira.
O Agricultor corta da Videira aquilo que é da Videira, embora tenha se tornado um pedaço dela que não se nutre Dela em essência...
O que se aprende também nessa imagem da Videira é que o amor do Agricultor é pela Videira antes de ser pelos ramos...
Ora, com isto também aprendemos que a única Humanidade que interessa ao Agricultor é aquela que se torna semelhante ao Filho do Homem!
A Meta de tudo é que a Humanidade seja a perfeita semelhança do Filho do Homem...
Assim, para o Pai, a Humanidade tem que ser como o Filho; do contrário, não é humana...
No Fim o Agricultor não soma e nem conta os ramos que se perderam, mas a Videira [...] cheia e linda; feita de todos os homens que se mantiveram firmes na única Videira...
Desse modo se pode dizer que o Agricultor pratica no curso da História exatamente a mesma coisa que Ele pratica na Natureza como um todo: seleção natural...; pois, não é Ele quem arranca sem razão [...], mas apenas corta aquilo que não se mantém no fluxo da seiva da vida...
Portanto, muitos são chamados, mas poucos os escolhidos; e, estranhamente, os escolhidos são os que permanecem na sua vocação, que é existir da seiva da Videira.
Na Videira e em nome do Agricultor,
Caio
27 de novembro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
Ora, dali [...] olhando o resto do quintal/jardim/casa/destelhada... [nosso quintal: onde se tem tudo de uma casa, mas ao ar livre...], com os três laguinhos que aqui fiz para minha diversão e prazer [lazer de alguns lindos sábados]; e olhando mais um monte de outras coisinhas [...], como uma casa/cacimba/amazônica, toda de madeira, com cara de velha [...]; ou um batistério de arquitetura com o estilo dos Essênios, conforme se vê em Qunram, no Mar Morto [...]; tudo feito por nós mesmos, usando material velho jogado fora aqui nas ruas do Lago Norte...
Amo ficar ao ar livre o dia todo, em nosso quintal/casa...
Além de tudo isso ainda há a impressão que causa a enorme quantidade de plantas e árvores [maiores e menores de tipo e naturezas bem distintas] — o que atrai uma passarada maravilhosa; de nobres “alma de gatos”, “bem-te-vis”, “sabiás laranjeiras” [...] a uma grande quantidade de outros mais de 15 tipos [...], sem falar nos periquitos, que nesta época abundam [...].
Portanto, enquanto via tudo isto [...] e ouvia o ruído meigo da maquina com a qual o Jove estava cortando a grama, com o subseqüente aroma que sobe de mato cortado à espera do rastelo [...], dei-me conta de que as nossas videiras estão lindas, cheias, carregadinhas de pequenos cachos; e produzindo uma bela sombra sob suas galhadas e ramagens [...] trepadas sobre a estrutura que as ampara...
Logo outra vez Aquela Voz...
“Eu sou a Videira Verdadeira e meu é o Agricultor; todo ramo que estando em mim não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda”.
Então lembrei como de todas as árvores que já cuidei na vida, nenhuma dá e demanda mais cuidado e carinho que a videira...
Para se amar uma videira tem-se que ter um amor que ama sem pena; com amor mesmo; visando a vida; e nunca a aparência...
Sim, pois pelo menos duas vezes ao ano, por vezes até três..., você tem que amar a videira, no auge de sua folhagem, tendo a coragem de podá-la toda, tirando ramo a ramo, folha a folha, deixando apenas os ramos que frutificam; e cortando os que não dão fruto..., mas que ainda assim existem na videira...
Os que dão fruto ficam na videira...
Os que não dão fruto o Jove joga num circulo de pedras que temos justamente para fazer fogueira e queimar galhos velhos no inverno...
O Agricultor, porém, tem que amar com amor mesmo; e não com mágicas amorosas...
Se Ele ama a Videira Ele tem que limpa-la, cortar pedaços dela; ou seja: o Agricultor tem que nela exercer a poda... Sempre... Todos os anos... Mais de uma vez cada ano...
O Agricultor também limpa em volta da videira... Cava o solo... Afofa o chão... E aduba ao redor, mas não tão próximo ao pé da Videira, que é para não alterar a qualidade harmônica e orgânica da terra... Assim, o Agricultor não põe o reforço no pé da Videira, mas no chão da terra [...] mais distante um pouco... Assim, o Agricultor põe o adubo de modo a que a Videira ponha suas raízes mais distantes [...] e sugue seus melhores nutrientes sem traumas para o caule...
Dói amar a videira quando é o tempo da poda [...]. Mas quem não a poda não a ama [...].
Vendo o Agricultor amar a Videira aprende-se que o amor tudo sofre, tudo espera e tudo suporta; e que o amor jamais acaba...
O Agricultor não pode amar com romance a Videira, buscando apenas os Seus próprios interesses e prazeres carinhosos... Não!... Ele faz o que tem de ser feito para que a Videira dê mais fruto ainda...
A relação do Agricultor com a Videira/Jesus/Discípulos/Humanidade [...] segue a lógica do amor que vejo no meu amor pelas minhas videirinhas; o que me põe no caminho do amor que corta, poda e limpa... — que é o Caminho do Deus Agricultor com o Cristo/Igreja/Humanidade...
Nunca nos esqueçamos que se na Parábola do Joio no Campo de Trigo, o campo é o mundo... — então, não se deveria pensar que o ambiente no qual a Videira esteja plantada seja outro além do chão do mundo; o que faz com que a Videira seja [...] numa relação intima e consciente [...] aquela que se confessa no vínculo Jesus/Discípulo/Humanidade; e na relação mais ampla, segundo a Ordem de Melquizedeque, a Videira é Cristo/Igreja/Humanidade...
Assim, tanto na perspectiva existencial quanto na coletiva, tem-se que Jesus/Cristo, como Videira, une Seu destino ao destino de Seus ramos; e se submete ao Pai no trato Dele para com todos os ramos, sejam eles os que conhecem a Jesus pelo nome, sejam aqueles que estão incluídos no Cristo/Videira, ainda que nunca tenham ouvido o nome Jesus com os ouvidos carnais...
Assim, vejo não somente a vida pessoal ou a existência comunitária que professa a fé com consciência de Jesus como sendo os únicos ramos da Videira, mas também toda a Humanidade/Ramo/Igreja, segundo a Ordem de Melquizedeque.
Desse modo, em meu olhar, cada acontecimento humano, seja individual ou coletivo ou até global, está carregado do amor do Agricultor que corta, limpa, poda e queima...
No Apocalipse se vê que o Cordeiro [a categoria redentora da descrição do Filho mais ampla existente nas Escrituras...] como sendo Aquele que vindima a Terra... Aliás, a linguagem do Apocalipse está carregada da idéia do trato do Agricultor em relação à Humanidade... Todas as etapas da relação do Agricultor com a Videira estão descritos no Apocalipse; a semeadura, a vindima, a poda, o lagar, o vinho... — porém, em associação à Humanidade...
Estamos nos aproximando de uma dessas Eras de Poda que o Agricultor exerce de tempo em tempo; e com mais aparência de gravidade tanto mais quanto do Fim nos aproximemos...
No tempo do Amor que Poda a única garantia para o ramo terá sido e é a sua permanência intrínseca e intima da Videira.
O Agricultor corta da Videira aquilo que é da Videira, embora tenha se tornado um pedaço dela que não se nutre Dela em essência...
O que se aprende também nessa imagem da Videira é que o amor do Agricultor é pela Videira antes de ser pelos ramos...
Ora, com isto também aprendemos que a única Humanidade que interessa ao Agricultor é aquela que se torna semelhante ao Filho do Homem!
A Meta de tudo é que a Humanidade seja a perfeita semelhança do Filho do Homem...
Assim, para o Pai, a Humanidade tem que ser como o Filho; do contrário, não é humana...
No Fim o Agricultor não soma e nem conta os ramos que se perderam, mas a Videira [...] cheia e linda; feita de todos os homens que se mantiveram firmes na única Videira...
Desse modo se pode dizer que o Agricultor pratica no curso da História exatamente a mesma coisa que Ele pratica na Natureza como um todo: seleção natural...; pois, não é Ele quem arranca sem razão [...], mas apenas corta aquilo que não se mantém no fluxo da seiva da vida...
Portanto, muitos são chamados, mas poucos os escolhidos; e, estranhamente, os escolhidos são os que permanecem na sua vocação, que é existir da seiva da Videira.
Na Videira e em nome do Agricultor,
Caio
27 de novembro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
SOCIOPATIA CRISTÃ
Psicopatia é um termo que designa disfunções psíquicas em geral, especialmente relacionadas à neurose, psicose e paranóia, ainda que na Psicanálise o termo faça referencia mais especifica às perversões do comportamento sexual e afetivo; daí tais indivíduos serem também chamados de sociopatas.
Paulo diz a Timóteo na segunda carta que a ele escreveu que nos “últimos dias” os homens seriam sociopatas, cada vez em maior escala de sociopatia...
Ora, o que Paulo chama de o homem do fim é um ser em estado de sociopatia, pois, diz ele: serão egoístas, arrogantes, avarentos, enfatuados, arrogantes, irreverentes, implacáveis, desafeiçoados, sem afeição natural, sem domínio de si mesmos, antes amigos dos prazeres e dos caprichos pessoais do que amigos de Deus e do próximo; e isto tudo enquanto se manteriam com cara de piedade e religiosos, embora negassem Deus e Seu poder [...] pelo modo como se comportariam — ou seja: possuídos de sórdida ganância, fazendo comercio da fé e da boa e simples vontade dos homens, enquanto seriam extremamente sedutores, ao ponto de fazerem cativas deles mulheres carentes, e, portanto, vivendo sob o domínio das paixões da alma em descontrole e pânico de não haver amor na vida...
Ora, isto tudo Paulo diz que aconteceria dentro do grupo chamado igreja; sendo, portanto, uma advertência aos cristãos, aos discípulos; posto que Paulo tivesse certeza [dada a ele pelo Espírito Santo] que nos “últimos dias” as coisas seriam assim entre “os irmanos”...
A mim parece que faltam vários sinais a se cumprirem no mundo antes da volta do Senhor! Todavia, se há um sinal que já não necessita de maiores cumprimentos é esse que revela o estado sociopata dos cristãos e do que eles convencionaram continuar a chamar “igreja” [...] — quando a recomendação de Paulo é simples: “Foge também destes!”...
Nesse sentido o Cristianismo já o sinal do fim mais estabelecido que vejo diante de mim; pois, o que Paulo cria que haveria ainda de acontecer [...] entre nós se tornou fato simples do cotidiano...
A iniqüidade se multiplicou tanto que o amor já se esfriou em quase todos!...
Então surgiu o tempo da sociopatia fraterna; ou melhor: fratricídio...
Sim, surgiu o nosso tempo...
Ora, nesse tempo a Carta seria outro, a fim de agradar aos paladares dos cristãos e seus líderes atuais...
Leia: CARTA DE UM APÓSTOLO A SEU BISPO
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!
Nele, que nunca nos deixou sem aviso,
Caio
10 de dezembro de 2009
Lago Norte
Brasília
Paulo diz a Timóteo na segunda carta que a ele escreveu que nos “últimos dias” os homens seriam sociopatas, cada vez em maior escala de sociopatia...
Ora, o que Paulo chama de o homem do fim é um ser em estado de sociopatia, pois, diz ele: serão egoístas, arrogantes, avarentos, enfatuados, arrogantes, irreverentes, implacáveis, desafeiçoados, sem afeição natural, sem domínio de si mesmos, antes amigos dos prazeres e dos caprichos pessoais do que amigos de Deus e do próximo; e isto tudo enquanto se manteriam com cara de piedade e religiosos, embora negassem Deus e Seu poder [...] pelo modo como se comportariam — ou seja: possuídos de sórdida ganância, fazendo comercio da fé e da boa e simples vontade dos homens, enquanto seriam extremamente sedutores, ao ponto de fazerem cativas deles mulheres carentes, e, portanto, vivendo sob o domínio das paixões da alma em descontrole e pânico de não haver amor na vida...
Ora, isto tudo Paulo diz que aconteceria dentro do grupo chamado igreja; sendo, portanto, uma advertência aos cristãos, aos discípulos; posto que Paulo tivesse certeza [dada a ele pelo Espírito Santo] que nos “últimos dias” as coisas seriam assim entre “os irmanos”...
A mim parece que faltam vários sinais a se cumprirem no mundo antes da volta do Senhor! Todavia, se há um sinal que já não necessita de maiores cumprimentos é esse que revela o estado sociopata dos cristãos e do que eles convencionaram continuar a chamar “igreja” [...] — quando a recomendação de Paulo é simples: “Foge também destes!”...
Nesse sentido o Cristianismo já o sinal do fim mais estabelecido que vejo diante de mim; pois, o que Paulo cria que haveria ainda de acontecer [...] entre nós se tornou fato simples do cotidiano...
A iniqüidade se multiplicou tanto que o amor já se esfriou em quase todos!...
Então surgiu o tempo da sociopatia fraterna; ou melhor: fratricídio...
Sim, surgiu o nosso tempo...
Ora, nesse tempo a Carta seria outro, a fim de agradar aos paladares dos cristãos e seus líderes atuais...
Leia: CARTA DE UM APÓSTOLO A SEU BISPO
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!
Nele, que nunca nos deixou sem aviso,
Caio
10 de dezembro de 2009
Lago Norte
Brasília
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
CAMINHOS DE JEOVÁ
CAMINHOS DE JEOVÁ
“Justo é Jeová em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras” (Sl. 145:17). Jeová tem muitos caminhos. Um deles é o deserto: “Derrama o desprezo sobre os príncipes, e os faz andar desgarrados pelo deserto, onde não há caminho” (Sl. 107:40). Por que no deserto não há caminho? Porque o vento move a areia e apaga as marcas dos pés, e um caminho é uma trilha que une dois lugares. Sem a trilha não se chega a lugar nenhum. Então porque Jeová levou o seu povo ao deserto? Porque não os levaria a nenhum lugar. O plano era matá-los no deserto. No mesmo salmo lemos: “Andaram desgarrados pelo deserto, por caminhos solitários; não acharam cidade onde habitassem” (Sl. 107:4). Jó acrescenta algo mais sobre o assunto: “Tira o coração aos chefes das gentes da terra, e os faz vaguear pelos desertos, sem caminho” (Jó 12:24). O povo de Israel andou errante e desgarrado quarenta anos, mas Jeová os guiava: “Assim partiram de Sucote, e acamparam em Etã, à entrada do deserto. E Jeová ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar, para que caminhassem de dia e de noite. Nunca tirou de diante da face do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite” (Ex. 13:20-22). Já imaginaram Jeová matando no deserto oitenta a cem pessoas por dia durante quarenta anos? Foi ele que os condenou à morte nesses quarenta anos (Nm. 14:27-35). Este foi o caminho de Jeová no deserto. Caminho da morte.
O segundo caminho de Jeová é o mar. Ele disse: “Pelo mar foi o teu caminho, e tuas veredas pelas grandes águas; e as tuas pegadas não se conheceram. Guiaste o teu povo como a um rebanho, pela mão de Moisés e Arão” (Sl. 77:19). É claro que o caminho a que Jeová se refere é a passagem pelo mar Vermelho, quando a mar se abriu e Israel passou a pé enxuto; e quando os exércitos de Faraó os seguiram, o mar se fechou e destruiu os carros de Faraó, matando os cavalos e os cavaleiros (Ex. 14:27-31). O apóstolo Paulo se refere a este episódio dramático com as seguintes palavras: “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar. E todos foram batizados na nuvem e no mar” (I Co. 10:1-2). Batismo, no grego, se traduz por imersão. Os egípcios foram batizados na nuvem e no mar, pois foram imersos nas águas do mar Vermelho, e morreram todos. O povo de Israel passou a pé enxuto, logo não foi batizado e por isso não morreram. Jeová, no seu batismo os salvou, para matá-los no deserto durante os quarenta anos. Na epístola de Judas, lemos: “Mas quero lembrar-vos, como a quem uma vez já soube isto, que havendo Jeová salvo um povo, destruiu depois os que não creram” (Jd. 5). O batismo de Jeová é caminho da morte e condenação (Is. 43:16-17).
O terceiro caminho de Jeová é o caminho da repreensão: “Porque o mandamento é uma lâmpada, e a lei uma luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida” (Pv. 6:23). Mas está escrito que a vara é para as costas do tolo (Pv. 26:3; 10:13), isto é, a vara não resolve. Jeová declarou o seguinte: “Retive a chuva no campo, e andaram vagabundos de cidade em cidade; e contudo não vos convertestes a mim. Feri-vos com queimadura e ferrugem. As vossas hortas, as vossas vinhas, as vossas figueiras, as vossas oliveiras, foram comidas pela locusta; contudo não vos convertestes a mim, diz Jeová. Enviei a peste contra vós, à maneira do Egito, os vossos mancebos matei à espada, os vossos cavalos deixei levar presos, o fedor dos vossos exércitos fiz subir aos vossos narizes; contudo não vos convertestes a mim, disse Jeová. Subverti alguns dentre vós, como deus subverteu Sodoma e Gomorra, contudo não vos convertestes a mim, disse Jeová” (Am. 4:7-11). Logo a frente, Jeová vocifera dizendo: “Que vês, Amós? E eu disse: Um cesto de frutos do verão. Então Jeová me disse: Chegou o fim sobre o meu povo Israel; daqui por diante nunca mais passarei por ele” (Am. 8:2). Está provado que repreensão e vara não resolvem. Um cão que apanha muito, fica vira-lata.
Jeová tem o seu caminho na tormenta: “Jeová toma vingança e é cheio de furor” (Na. 1:2). Vejamos o que fazem as tormentas de Jeová: “Eis que Jeová mandará um homem valente e poderoso; como uma queda de saraiva, uma tormenta e destruição, e como uma tempestade de impetuosas águas que transbordam, violentamente a derrubará por terra a coroa de soberba dos bêbados de Efraim” (Is. 28:2-3). “Eis que saiu com indignação a tempestade de Jeová; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios. Não se desviará a ira de Jeová, até que execute e cumpra os pensamentos do seu coração” (Jr. 23:19-20). “Porque Jeová tem contenda com as nações, entrará em juízo com toda a carne; os ímpios entregará à espada, diz Jeová. Assim diz Jeová dos exércitos. Eis que o mal sairá de nação para nação, e grande tormenta se levantará dos confins da terra. E serão os mortos de Jeová, naquele dia, desde uma extremidade da terra até a outra extremidade da terra. Não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados, mas serão como estrume sobre a face da terra” (Jr. 25:31-33). É difícil crer que Jeová é refúgio contra a tormenta (Is. 25:4). E Jeová tem outros caminhos, mas todos levam à morte.
Davi, o inocente, declarou que o caminho de Jeová é perfeito (Sl. 18:30). Trovões, terremotos, tufões de vento, tempestade, granizo, labareda de fogo consumidor, nunca foi caminho perfeito (Is. 29:6).
Deus, o Pai, estabeleceu um caminho perfeito, que une céus e terra, que acalma as tormentas e tempestades (Mt. 8:23-27). Jesus não tem caminhos neste mundo; Jesus é o caminho. Ele disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo. 14:6).
Autoria: Pastor Olavo Silveira Pereira
“Justo é Jeová em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras” (Sl. 145:17). Jeová tem muitos caminhos. Um deles é o deserto: “Derrama o desprezo sobre os príncipes, e os faz andar desgarrados pelo deserto, onde não há caminho” (Sl. 107:40). Por que no deserto não há caminho? Porque o vento move a areia e apaga as marcas dos pés, e um caminho é uma trilha que une dois lugares. Sem a trilha não se chega a lugar nenhum. Então porque Jeová levou o seu povo ao deserto? Porque não os levaria a nenhum lugar. O plano era matá-los no deserto. No mesmo salmo lemos: “Andaram desgarrados pelo deserto, por caminhos solitários; não acharam cidade onde habitassem” (Sl. 107:4). Jó acrescenta algo mais sobre o assunto: “Tira o coração aos chefes das gentes da terra, e os faz vaguear pelos desertos, sem caminho” (Jó 12:24). O povo de Israel andou errante e desgarrado quarenta anos, mas Jeová os guiava: “Assim partiram de Sucote, e acamparam em Etã, à entrada do deserto. E Jeová ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar, para que caminhassem de dia e de noite. Nunca tirou de diante da face do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite” (Ex. 13:20-22). Já imaginaram Jeová matando no deserto oitenta a cem pessoas por dia durante quarenta anos? Foi ele que os condenou à morte nesses quarenta anos (Nm. 14:27-35). Este foi o caminho de Jeová no deserto. Caminho da morte.
O segundo caminho de Jeová é o mar. Ele disse: “Pelo mar foi o teu caminho, e tuas veredas pelas grandes águas; e as tuas pegadas não se conheceram. Guiaste o teu povo como a um rebanho, pela mão de Moisés e Arão” (Sl. 77:19). É claro que o caminho a que Jeová se refere é a passagem pelo mar Vermelho, quando a mar se abriu e Israel passou a pé enxuto; e quando os exércitos de Faraó os seguiram, o mar se fechou e destruiu os carros de Faraó, matando os cavalos e os cavaleiros (Ex. 14:27-31). O apóstolo Paulo se refere a este episódio dramático com as seguintes palavras: “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar. E todos foram batizados na nuvem e no mar” (I Co. 10:1-2). Batismo, no grego, se traduz por imersão. Os egípcios foram batizados na nuvem e no mar, pois foram imersos nas águas do mar Vermelho, e morreram todos. O povo de Israel passou a pé enxuto, logo não foi batizado e por isso não morreram. Jeová, no seu batismo os salvou, para matá-los no deserto durante os quarenta anos. Na epístola de Judas, lemos: “Mas quero lembrar-vos, como a quem uma vez já soube isto, que havendo Jeová salvo um povo, destruiu depois os que não creram” (Jd. 5). O batismo de Jeová é caminho da morte e condenação (Is. 43:16-17).
O terceiro caminho de Jeová é o caminho da repreensão: “Porque o mandamento é uma lâmpada, e a lei uma luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida” (Pv. 6:23). Mas está escrito que a vara é para as costas do tolo (Pv. 26:3; 10:13), isto é, a vara não resolve. Jeová declarou o seguinte: “Retive a chuva no campo, e andaram vagabundos de cidade em cidade; e contudo não vos convertestes a mim. Feri-vos com queimadura e ferrugem. As vossas hortas, as vossas vinhas, as vossas figueiras, as vossas oliveiras, foram comidas pela locusta; contudo não vos convertestes a mim, diz Jeová. Enviei a peste contra vós, à maneira do Egito, os vossos mancebos matei à espada, os vossos cavalos deixei levar presos, o fedor dos vossos exércitos fiz subir aos vossos narizes; contudo não vos convertestes a mim, disse Jeová. Subverti alguns dentre vós, como deus subverteu Sodoma e Gomorra, contudo não vos convertestes a mim, disse Jeová” (Am. 4:7-11). Logo a frente, Jeová vocifera dizendo: “Que vês, Amós? E eu disse: Um cesto de frutos do verão. Então Jeová me disse: Chegou o fim sobre o meu povo Israel; daqui por diante nunca mais passarei por ele” (Am. 8:2). Está provado que repreensão e vara não resolvem. Um cão que apanha muito, fica vira-lata.
Jeová tem o seu caminho na tormenta: “Jeová toma vingança e é cheio de furor” (Na. 1:2). Vejamos o que fazem as tormentas de Jeová: “Eis que Jeová mandará um homem valente e poderoso; como uma queda de saraiva, uma tormenta e destruição, e como uma tempestade de impetuosas águas que transbordam, violentamente a derrubará por terra a coroa de soberba dos bêbados de Efraim” (Is. 28:2-3). “Eis que saiu com indignação a tempestade de Jeová; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios. Não se desviará a ira de Jeová, até que execute e cumpra os pensamentos do seu coração” (Jr. 23:19-20). “Porque Jeová tem contenda com as nações, entrará em juízo com toda a carne; os ímpios entregará à espada, diz Jeová. Assim diz Jeová dos exércitos. Eis que o mal sairá de nação para nação, e grande tormenta se levantará dos confins da terra. E serão os mortos de Jeová, naquele dia, desde uma extremidade da terra até a outra extremidade da terra. Não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados, mas serão como estrume sobre a face da terra” (Jr. 25:31-33). É difícil crer que Jeová é refúgio contra a tormenta (Is. 25:4). E Jeová tem outros caminhos, mas todos levam à morte.
Davi, o inocente, declarou que o caminho de Jeová é perfeito (Sl. 18:30). Trovões, terremotos, tufões de vento, tempestade, granizo, labareda de fogo consumidor, nunca foi caminho perfeito (Is. 29:6).
Deus, o Pai, estabeleceu um caminho perfeito, que une céus e terra, que acalma as tormentas e tempestades (Mt. 8:23-27). Jesus não tem caminhos neste mundo; Jesus é o caminho. Ele disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo. 14:6).
Autoria: Pastor Olavo Silveira Pereira
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